| Mês: maio de 2026

Encontro virtual reuniu representantes de instituições ligadas à gestão hídrica, saneamento e regulação para debater estratégias de resiliência e segurança hídrica nas Bacias PCJ

O fortalecimento do planejamento preventivo e da atuação integrada entre instituições marcou o evento “Resiliência em Períodos de Estiagem: Planejamento para Implementação de Planos de Contingência para Escassez Hídrica”, realizado nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, de forma on-line, com transmissão pelo canal da Ares-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias PCJ) no YouTube.

Promovido pelo GT (Grupo de Trabalho)-Estiagem, da Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL) dos Comitês PCJ e pela Ares-PCJ, com apoio da Agência das Bacias PCJ, o encontro reuniu especialistas, gestores públicos, representantes de agências reguladoras e profissionais do setor de saneamento para discutir estratégias voltadas ao enfrentamento da escassez hídrica nas Bacias PCJ.

Ao longo da programação, foram debatidos temas como protocolos de escassez hídrica, planejamento municipal, instrumentos regulatórios, perdas nos sistemas de abastecimento e ações emergenciais e estruturantes para aumento da resiliência hídrica da região.

Durante a abertura, o secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, destacou a importância da cooperação e do alinhamento técnico-institucional para a preparação dos municípios na atuação preventiva em cenários de escassez hídrica.

“Viramos de 2025 para 2026 com quase 20% de capacidade de armazenamento no Sistema Cantareira e tivemos chuvas que trouxeram certo alívio, mas a reservação continua em estado de atenção, somada ao advento de um ‘El Niño’ neste ano. Isso sempre traz incertezas em relação aos eventos climáticos e reforça a importância de estarmos debruçados sobre um planejamento conjunto, principalmente voltado às ações preventivas de resiliência”, ressaltou Denis.

Na sequência, representantes da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico (CT-MH) dos Comitês PCJ, da SP Águas, do Consórcio PCJ e da Agência das Bacias PCJ apresentaram um panorama das crises hídricas nas Bacias PCJ, os protocolos vigentes para períodos de escassez e ações de apoio aos municípios e prestadores de serviços de saneamento.

O diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, ressaltou a importância do planejamento antecipado e das ações de combate às perdas de água e de proteção dos mananciais, como plantio de árvores e conservação do solo. Ele também destacou a necessidade de investir em sistemas de informação.

“Trabalhar um sistema de informações robusto, como temos feito — e ainda precisamos avançar cada vez mais — é fundamental para termos os dados necessários para essa resiliência que estamos construindo, que não tem dia para começar nem para terminar. Tem que ser ‘ad aeternum’. Como na gestão de recursos hídricos: não dá mais para parar. O Sistema de Gestão é uma das ações em que toda a Família PCJ vem atuando fortemente para dar a consistência necessária”, afirmou Razera, que também enfatizou a parceria do PCJ com os órgãos governamentais.

Regulação

A programação também contou com apresentações da Ares-PCJ e da Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) sobre o papel da regulação na segurança hídrica, abordando instrumentos regulatórios, medidas prioritárias para períodos de estiagem e riscos relacionados ao abastecimento, como perdas de água, dependência de mananciais e capacidade de reservação.

O evento também debateu ações esperadas a curto, médio e longo prazo voltadas à eficiência operacional, aos planos municipais de contingência e à implementação de medidas estruturantes para aumento da resiliência hídrica nas Bacias PCJ. Ao final, os participantes puderam formular perguntas durante espaço aberto para debate.

Em suas considerações finais, o diretor técnico-operacional da Ares-PCJ, Rodrigo Leitão, destacou a importância da integração entre as instituições. “Agradeço a todos que participaram, tanto nas exposições quanto na audiência. Achei o evento fantástico. Esse é um passo importante na integração entre as instituições. Falamos sobre monitoramento, resoluções, normatizações, formas de antever problemas e atuar na solução deles, mas acredito que essa troca de experiências seja primordial para alcançarmos os resultados esperados de forma mais rápida dentro desse contexto. Aprendi muito. Foi muito útil ouvir todas essas apresentações e experiências. Ficamos à disposição e contamos sempre com essa integração”, concluiu.

Assista ao evento na íntegra:

Encontro virtual reuniu representantes de instituições ligadas à gestão hídrica, saneamento e regulação para debater estratégias de resiliência e segurança hídrica nas Bacias PCJ

O fortalecimento do planejamento preventivo e da atuação integrada entre instituições marcou o evento “Resiliência em Períodos de Estiagem: Planejamento para Implementação de Planos de Contingência para Escassez Hídrica”, realizado nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, de forma on-line, com transmissão pelo canal da Ares-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias PCJ) no YouTube.

Promovido pelo GT (Grupo de Trabalho)-Estiagem, da Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL) dos Comitês PCJ e pela Ares-PCJ, com apoio da Agência das Bacias PCJ, o encontro reuniu especialistas, gestores públicos, representantes de agências reguladoras e profissionais do setor de saneamento para discutir estratégias voltadas ao enfrentamento da escassez hídrica nas Bacias PCJ.

Ao longo da programação, foram debatidos temas como protocolos de escassez hídrica, planejamento municipal, instrumentos regulatórios, perdas nos sistemas de abastecimento e ações emergenciais e estruturantes para aumento da resiliência hídrica da região.

Durante a abertura, o secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, destacou a importância da cooperação e do alinhamento técnico-institucional para a preparação dos municípios na atuação preventiva em cenários de escassez hídrica.

“Viramos de 2025 para 2026 com quase 20% de capacidade de armazenamento no Sistema Cantareira e tivemos chuvas que trouxeram certo alívio, mas a reservação continua em estado de atenção, somada ao advento de um ‘El Niño’ neste ano. Isso sempre traz incertezas em relação aos eventos climáticos e reforça a importância de estarmos debruçados sobre um planejamento conjunto, principalmente voltado às ações preventivas de resiliência”, ressaltou Denis.

Na sequência, representantes da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico (CT-MH) dos Comitês PCJ, da SP Águas, do Consórcio PCJ e da Agência das Bacias PCJ apresentaram um panorama das crises hídricas nas Bacias PCJ, os protocolos vigentes para períodos de escassez e ações de apoio aos municípios e prestadores de serviços de saneamento.

O diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, ressaltou a importância do planejamento antecipado e das ações de combate às perdas de água e de proteção dos mananciais, como plantio de árvores e conservação do solo. Ele também destacou a necessidade de investir em sistemas de informação.

“Trabalhar um sistema de informações robusto, como temos feito — e ainda precisamos avançar cada vez mais — é fundamental para termos os dados necessários para essa resiliência que estamos construindo, que não tem dia para começar nem para terminar. Tem que ser ‘ad aeternum’. Como na gestão de recursos hídricos: não dá mais para parar. O Sistema de Gestão é uma das ações em que toda a Família PCJ vem atuando fortemente para dar a consistência necessária”, afirmou Razera, que também enfatizou a parceria do PCJ com os órgãos governamentais.

Regulação

A programação também contou com apresentações da Ares-PCJ e da Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) sobre o papel da regulação na segurança hídrica, abordando instrumentos regulatórios, medidas prioritárias para períodos de estiagem e riscos relacionados ao abastecimento, como perdas de água, dependência de mananciais e capacidade de reservação.

O evento também debateu ações esperadas a curto, médio e longo prazo voltadas à eficiência operacional, aos planos municipais de contingência e à implementação de medidas estruturantes para aumento da resiliência hídrica nas Bacias PCJ. Ao final, os participantes puderam formular perguntas durante espaço aberto para debate.

Em suas considerações finais, o diretor técnico-operacional da Ares-PCJ, Rodrigo Leitão, destacou a importância da integração entre as instituições. “Agradeço a todos que participaram, tanto nas exposições quanto na audiência. Achei o evento fantástico. Esse é um passo importante na integração entre as instituições. Falamos sobre monitoramento, resoluções, normatizações, formas de antever problemas e atuar na solução deles, mas acredito que essa troca de experiências seja primordial para alcançarmos os resultados esperados de forma mais rápida dentro desse contexto. Aprendi muito. Foi muito útil ouvir todas essas apresentações e experiências. Ficamos à disposição e contamos sempre com essa integração”, concluiu.

Assista ao evento na íntegra:

Reunião realizada na sede da AEAP, em Piracicaba (SP), contou com participação de promotor do Gaema, secretário-executivo dos Comitês e diretores da Agência PCJ

22 de maio de 2026

A Câmara Técnica de Uso e Conservação da Água no Meio Rural (CT-Rural) dos Comitês PCJ realizou, na sexta-feira, 22 de maio, sua 171ª Reunião Ordinária, na Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Piracicaba (AEAP), em Piracicaba (SP). O encontro reuniu representantes de instituições membros para discutir temas relacionados à proteção e conservação dos mananciais e o fortalecimento das ações ambientais nas Bacias PCJ, além de contar com a participação do promotor de Justiça do Gaema PCJ Piracicaba (Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente nas Bacias PCJ), Ivan Carneiro Castanheiro; do secretário executivo dos colegiados, Denis Herisson da Silva, e dos diretores da Agência PCJ, Sergio Razera (presidente) e Patrícia Barufaldi (técnica). A abertura da reunião foi feita por Maurício Magossi, da diretoria da AEAP e representante da instituição nos Comitês PCJ.

Entre os principais assuntos da pauta esteve a apresentação feita por Denis Silva e pelo assessor ambiental da Agência, Felipe Requena, sobre a Política de Mananciais PCJ e o processo de revisão atualmente em andamento na Câmara Técnica de Conservação e Proteção dos Mananciais. A revisão deve ser concluída em dezembro, com votação da deliberação na plenária dos colegiados. Durante a discussão, foram abordados os avanços da política instituída em 2015 pelos Comitês PCJ, os desafios identificados ao longo da execução das ações e perspectivas para atualização das diretrizes e instrumentos voltados à proteção e recuperação dos recursos hídricos nas áreas rurais das Bacias PCJ.

Em 10 anos da Política de Mananciais, foram investidos mais de R$ 20,6 milhões, sendo R$ 10,4 milhões da Cobrança PCJ Federal; outros R$ milhões de parceiros, R$ 850 mil de contrapartida dos municípios e quase R$ 300 mil da Cobrança PCJ Paulista. No total, foram plantadas cerca de 400 mil mudas de árvores; elaborados 542 Projetos Integrais de Propriedade (PIPs); instalados 239 biodigestores e aproximadamente 80 mil metros de cercas, entre outras ações.

Importância

O secretário executivo dos Comitês PCJ destacou a importância do diálogo entre municípios, Agência, colegiados, e Gaema, durante o processo de revisão da Política de Mananciais. “A reunião foi muito importante. Tivemos a presença da diretoria da Agência e do dr. Ivan. Foi uma reunião bastante proveitosa, pois discutimos as dificuldades que os municípios apresentam para acessar os recursos da cobrança federal. Foram colocados de forma transparente os desafios que os municípios têm e algumas providências relacionadas à suas equipes e às estruturas de funcionamento. Tivemos a oportunidade de ouvi-los e incorporar adequações que podem ser realizadas por meio da participação deles na revisão da Política de Mananciais. Os Comitês seguem trazendo essas discussões para as câmaras técnicas, permitindo que municípios, organizações civis e usuários contribuam para melhorar a política e fazer com que ela atenda às necessidades apresentadas pelos municípios”, destacou Denis.

O promotor de Justiça do Gaema PCJ ressaltou a relevância da Política de Mananciais para a conservação da água e a integração entre instituições. “A Política de Mananciais desenvolvida pelos Comitês PCJ é da maior importância para o Ministério Público. Essa parceria e a busca pelos projetos individuais de propriedades em microbacias críticas são formas de aumentar a produção e melhorar a qualidade da água, com participação da sociedade civil e do Poder Público Municipal. Essa revisão vem sendo desenvolvida com muita maestria pela CT-Mananciais e pela Agência PCJ. Temos buscado contribuir com algumas diretrizes, porque entendemos que conservar a água no campo é gerar abundância, qualidade de água e melhores condições de desenvolvimento. A reunião foi excelente, com participação qualificada de técnicos dos municípios, dos Comitês e da Agência, em um debate muito profundo”, comentou Ivan Carneiro.

PIPs em Rio Claro

O encontro também contou com uma atualização sobre a execução dos PIPs em uma das quatro microbacias escolhidas no município de Rio Claro, no contexto da Política de Mananciais PCJ, apresentada por Rafaela Giusti Rossi, da Maluna Soluções Ambientais, empresa contratada para esse trabalho. Foram apresentados os resultados das ações em andamento, além de informações relacionadas ao acompanhamento técnico das propriedades participantes e às estratégias de recuperação ambiental desenvolvidas na região.

Outro tema debatido foi a análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a recuperação ambiental dos PIPs em áreas inseridas em APAs (Áreas de Proteção Ambiental). No encontro ainda houve a apresentação de Raquel Quirino, da equipe de apoio da Secretaria Executiva dos Comitês PCJ, sobre a importância da capacitação contínua dos membros dos colegiados.

Avaliação final

Ao final da reunião, os membros da CT-Rural reforçaram a importância da articulação entre instituições, municípios e produtores rurais para o fortalecimento das ações de conservação da água e recuperação ambiental nas Bacias PCJ.

O coordenador da CT-Rural, João Baraldi, enfatizou a importância da participação dos membros e do envolvimento do produtor rural nas discussões da câmara técnica. “As reuniões da Câmara Técnica Rural estão ampliando a discussão com um público diversificado. É uma discussão que vem para proteger e melhorar a qualidade de vida do produtor rural. Hoje, por exemplo, foi mostrado por que o produtor rural faz a preservação das nascentes. Isso é muito importante, pois aumenta a água para a nossa sociedade. Essas reuniões são essenciais, porque sem a participação dos membros nós não temos um leme para seguir”, avaliou.

A coordenadora adjunta, Melissa Pin Lucheti, destacou que a reunião buscou aproximar os municípios da Política de Mananciais e das oportunidades de participação nos editais. “O objetivo da reunião da CT-Rural foi apresentar aos novos membros como funcionam os Comitês, a Agência e a Política de Mananciais, além do processo de revisão pelo qual ela está passando. Queremos que os representantes das prefeituras entendam que podem participar dos editais e levar essas ações para dentro dos municípios. Também trouxemos a empresa responsável pela primeira microbacia em Rio Claro, que entregou PIPs com todas as ações identificadas. A ideia foi mostrar a importância dos PIPs dentro da Política de Mananciais e como eles auxiliam na busca de recursos para execução de ações voltadas à conservação da água e dos recursos naturais”, concluiu.

Próxima reunião

A172ª Reunião Ordinária da CT-Rural está agendada para as 9h do dia 24 de julho, por videoconferência.

Na segunda-feira, 25 de maio, instituição promoverá reunião técnica com as empresas interessadas

A Agência das Bacias PCJ publicou neste mês de maio o edital para contratação de empresa especializada que será responsável pela revisão e atualização do Plano de Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Plano das Bacias PCJ 2020-2035), incluindo o desenvolvimento de propostas relativas à atualização do enquadramento dos corpos de água superficiais. Na segunda-feira, 25 de maio, a Agência das Bacias PCJ realizará reunião técnica com as empresas interessadas, para esclarecimentos sobre a ferramenta que auxiliará na simulação de cenários de planejamento e na avaliação de alternativas para a gestão hídrica regional.

O Plano das Bacias PCJ 2020-2035 é um importante instrumento estabelecido pelos Comitês PCJ e consolida um diagnóstico com informações sobre a situação das Bacias PCJ. Por meio de estudos de tendências, apresenta possibilidades para o futuro dos recursos hídricos da região, além de simulações de cenários de qualidade e quantidade dos recursos hídricos. É um Plano de Ações robusto com a definição de metas intermediárias a serem alcançadas pelos municípios até 2035, visando a sustentabilidade hídrica das Bacias PCJ e pode ser consultado em: https://agencia.baciaspcj.org.br/plano-das-bacias-pcj/ 

A contratação ocorre após um amplo processo de discussão técnica envolvendo os órgãos gestores de recursos hídricos e os Comitês PCJ. A seleção será realizada na modalidade de licitação “técnica e preço”, considerando critérios técnicos e econômicos para definição da empresa vencedora. A abertura dos envelopes do processo licitatório está marcada para o dia 12 de junho de 2026. 

O cronograma previsto para execução dos serviços é de 20 meses e contempla atividades de diagnóstico, prognóstico, atualização de cenários e definição de programas, metas e ações voltadas à gestão dos recursos hídricos nas Bacias PCJ.

Reunião em 25/05

Durante a elaboração do Plano, deverá ser utilizado o Sistema de Suporte à Decisão das Bacias PCJ (SSD PCJ), ferramenta que auxilia na simulação de cenários de planejamento e na avaliação de alternativas para a gestão hídrica regional.

As empresas interessadas poderão participar de uma reunião online de esclarecimentos técnicos sobre o SSD PCJ, que será realizada na segunda-feira, dia 25 de maio de 2026, às 14h. O acesso ao link da reunião deverá ser solicitado por meio do formulário disponível em: https://bit.ly/ReuniãoSSDPCJ

Licitação

Mais informações sobre o processo licitatório estão disponíveis no edital da Coleta de Preços nº 002/2026, acessível em: https://licitacoes.agencia.baciaspcj.org.br/licitacao.

Publicação atualizada incorpora diretrizes da ABNT NBR 17080:2023 e reforça orientações para elaboração, implantação e verificação dos planos nos sistemas de abastecimento

Os Comitês PCJ e a Agência das Bacias PCJ disponibilizaram neste mês de maio a segunda edição do Guia Prático para o Desenvolvimento de Planos Municipais de Segurança da Água (PSA), publicação voltada a responsáveis por Sistemas de Abastecimento de Água, órgãos públicos, prestadores de serviços de saneamento e demais profissionais da área. O material já pode ser acessado gratuitamente no site da Agência PCJ: bit.ly/GuiaPSAPCJ2aedição.

A nova edição foi atualizada com base na norma ABNT NBR 17080:2023 – Plano de segurança da água — Princípios e diretrizes para elaboração e implementação, incorporando avanços técnicos e normativos relacionados à segurança da água para consumo humano. O conteúdo também está alinhado à Deliberação dos Comitês PCJ nº 335/2020, que estabelece diretrizes gerais para elaboração, implantação, manutenção e verificação dos Planos de Segurança da Água, independentemente do porte dos sistemas de abastecimento.

O secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, destacou a importância da iniciativa. “O abastecimento público, além de ser de uso prioritário em situações de escassez ou crise, é o de uso majoritário em nossa bacia, o que torna necessária a disponibilização de subsídios técnicos alinhados às melhores práticas existentes de gestão da água. Com esta atualização, os Comitês PCJ reforçam seu compromisso contínuo com a promoção da saúde pública e com a segurança hídrica nas Bacias PCJ, mantendo as orientações e informações técnicas sempre atualizadas diante das constantes evoluções normativas do setor”, ressaltou.

O objetivo do guia é fornecer orientações práticas e diretrizes gerais para apoiar os responsáveis pelos sistemas de abastecimento na implementação do PSA, ferramenta considerada estratégica para a prevenção de riscos à saúde pública e para a garantia da qualidade da água distribuída à população.

Segundo o prefácio da publicação, os Planos de Segurança da Água seguem princípios recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que desde 2004 incentiva a adoção de estratégias de gerenciamento de riscos nos sistemas de abastecimento de água potável. No Brasil, a implantação desses planos passou a integrar oficialmente as diretrizes nacionais por meio da Portaria de Consolidação do Ministério da Saúde nº 5/2017.

A publicação também destaca o avanço do reconhecimento dos planos pelas Agências Reguladoras como importante instrumento de regulação, governança e segurança hídrica, tendência que deve ampliar a adoção de critérios técnicos e normativos para análise e aprovação desses planos em todo o país.

O tema vem sendo discutido pelos Comitês PCJ no âmbito da Câmara Técnica de Saúde Ambiental (CT-SAM) desde a elaboração da primeira edição do guia, prevista por meio da Deliberação dos Comitês PCJ nº 309/2018, que instituiu a Política de Saúde Ambiental dos Comitês PCJ. A proposta de atualização da publicação foi apresentada durante a 110ª Reunião Ordinária da CT-SAM e submetida, em março deste ano, à Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL), responsável pela aprovação da nova edição.

Referência nacional

A primeira edição do guia, lançada em 2020, ganhou destaque nacional ao servir de referência para a elaboração da ABNT NBR 17080:2023, consolidando o protagonismo dos Comitês PCJ na discussão sobre segurança da água e gestão de riscos associados ao abastecimento público.

A coordenadora da CT-SAM, Roseane Garcia, enfatizou que a atualização do guia representa um importante avanço para fortalecer a cultura de prevenção e gestão de riscos nos sistemas de abastecimento de água. “O trabalho desenvolvido pela CT-SAM e pelos Comitês PCJ reforça a importância do Plano de Segurança da Água como instrumento estratégico de saúde pública, segurança hídrica e governança da água. A nova edição aproxima ainda mais os municípios e operadores das diretrizes da ABNT NBR 17080:2023 e das recomendações da Organização Mundial da Saúde, contribuindo para sistemas mais resilientes e seguros para a população”, concluiu.

Publicação atualizada incorpora diretrizes da ABNT NBR 17080:2023 e reforça orientações para elaboração, implantação e verificação dos planos nos sistemas de abastecimento

Os Comitês PCJ e a Agência das Bacias PCJ disponibilizaram neste mês de maio a segunda edição do Guia Prático para o Desenvolvimento de Planos Municipais de Segurança da Água (PSA), publicação voltada a responsáveis por Sistemas de Abastecimento de Água, órgãos públicos, prestadores de serviços de saneamento e demais profissionais da área. O material já pode ser acessado gratuitamente no site da Agência PCJ: bit.ly/GuiaPSAPCJ2aedição.

A nova edição foi atualizada com base na norma ABNT NBR 17080:2023 – Plano de segurança da água — Princípios e diretrizes para elaboração e implementação, incorporando avanços técnicos e normativos relacionados à segurança da água para consumo humano. O conteúdo também está alinhado à Deliberação dos Comitês PCJ nº 335/2020, que estabelece diretrizes gerais para elaboração, implantação, manutenção e verificação dos Planos de Segurança da Água, independentemente do porte dos sistemas de abastecimento.

O secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, destacou a importância da iniciativa. “O abastecimento público, além de ser de uso prioritário em situações de escassez ou crise, é o de uso majoritário em nossa bacia, o que torna necessária a disponibilização de subsídios técnicos alinhados às melhores práticas existentes de gestão da água. Com esta atualização, os Comitês PCJ reforçam seu compromisso contínuo com a promoção da saúde pública e com a segurança hídrica nas Bacias PCJ, mantendo as orientações e informações técnicas sempre atualizadas diante das constantes evoluções normativas do setor”, ressaltou.

O objetivo do guia é fornecer orientações práticas e diretrizes gerais para apoiar os responsáveis pelos sistemas de abastecimento na implementação do PSA, ferramenta considerada estratégica para a prevenção de riscos à saúde pública e para a garantia da qualidade da água distribuída à população.

Segundo o prefácio da publicação, os Planos de Segurança da Água seguem princípios recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que desde 2004 incentiva a adoção de estratégias de gerenciamento de riscos nos sistemas de abastecimento de água potável. No Brasil, a implantação desses planos passou a integrar oficialmente as diretrizes nacionais por meio da Portaria de Consolidação do Ministério da Saúde nº 5/2017.

A publicação também destaca o avanço do reconhecimento dos planos pelas Agências Reguladoras como importante instrumento de regulação, governança e segurança hídrica, tendência que deve ampliar a adoção de critérios técnicos e normativos para análise e aprovação desses planos em todo o país.

O tema vem sendo discutido pelos Comitês PCJ no âmbito da Câmara Técnica de Saúde Ambiental (CT-SAM) desde a elaboração da primeira edição do guia, prevista por meio da Deliberação dos Comitês PCJ nº 309/2018, que instituiu a Política de Saúde Ambiental dos Comitês PCJ. A proposta de atualização da publicação foi apresentada durante a 110ª Reunião Ordinária da CT-SAM e submetida, em março deste ano, à Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL), responsável pela aprovação da nova edição.

Referência nacional

A primeira edição do guia, lançada em 2020, ganhou destaque nacional ao servir de referência para a elaboração da ABNT NBR 17080:2023, consolidando o protagonismo dos Comitês PCJ na discussão sobre segurança da água e gestão de riscos associados ao abastecimento público.

A coordenadora da CT-SAM, Roseane Garcia, enfatizou que a atualização do guia representa um importante avanço para fortalecer a cultura de prevenção e gestão de riscos nos sistemas de abastecimento de água. “O trabalho desenvolvido pela CT-SAM e pelos Comitês PCJ reforça a importância do Plano de Segurança da Água como instrumento estratégico de saúde pública, segurança hídrica e governança da água. A nova edição aproxima ainda mais os municípios e operadores das diretrizes da ABNT NBR 17080:2023 e das recomendações da Organização Mundial da Saúde, contribuindo para sistemas mais resilientes e seguros para a população”, concluiu.

Ferramenta inovadora é considerada referência para melhorar a gestão de sistemas municipais de abastecimento de água; investimento será de mais de R$ 1 milhão

A implantação da ferramenta Giswater nos sistemas de abastecimento de água dos municípios das Bacias PCJ, incentivada pelos Comitês PCJ e pela Agência das Bacias PCJ, teve mais um avanço neste mês de maio, com a realização da reunião inicial do contrato que atenderá os municípios paulistas de Cordeirópolis e Vinhedo. O projeto é considerado referência nacional e internacional para a melhoria da gestão hídrica e redução de perdas de água.

O Giswater é um sistema de informação geográfica que auxilia no gerenciamento de dados das companhias de saneamento, desempenhando papel importante no planejamento e na execução de ações voltadas à diminuição das perdas de água nas redes de distribuição pública. Além disso, trata-se de um software livre, sem cobrança de licenças ou assinaturas.

O projeto piloto nas Bacias PCJ foi implantado pela Agência PCJ no Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de Capivari entre 2022 e 2024, tornando-se um caso de sucesso no setor, com resultados positivos relacionados à gestão operacional e ao controle de perdas hídricas.

A partir deste ano, o Saae de Cordeirópolis e a Sanebavi (Saneamento Básico Vinhedo) receberão investimento de R$ 1.083.508,48, proveniente da Cobrança PCJ Federal — mecanismo de cobrança pelo uso da água em rios de domínio da União — com recursos deliberados pelos Comitês PCJ.

A empresa vencedora da licitação foi a CPS Engenharia, de São Paulo (SP). O prazo para conclusão do projeto, que será desenvolvido simultaneamente nos dois municípios, é de 18 meses, contados a partir da emissão da ordem de serviço, prevista para este mês de maio.

Na quinta-feira, dia 14 de maio, representantes dos dois municípios, da empresa contratada e da diretoria e coordenação de Projetos da Agência das Bacias PCJ participaram, na sede da instituição, em Piracicaba (SP), da reunião preparatória do contrato. O encontro teve como objetivo esclarecer os serviços que serão prestados, apresentar a metodologia de trabalho e alinhar expectativas quanto aos produtos previstos no contrato.

O diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, destacou que o projeto vai além da redução de perdas e contribui para o planejamento dos serviços municipais de saneamento. “A importância da expansão do projeto Giswater nas Bacias PCJ se dá em função da necessidade de dotar os municípios, especialmente os pequenos e médios, com uma ferramenta de gestão para o sistema de abastecimento de água. Não é só para combater as perdas, mas ter uma ferramenta que ajude na gestão do serviço de saneamento do município. Isso é muito importante para que a gente deixe essa política de ‘apagar incêndio’. Quem não tem planejamento, apaga incêndio. Essa ferramenta permite que o serviço de saneamento da cidade possa planejar o seu futuro e pensar com mais racionalidade tanto as obras necessárias quanto os caminhos para reduzir o desperdício de água tratada”, afirmou.

O diretor de Manutenção do Saae de Cordeirópolis, Pedro Alberto Caes, ressaltou a importância do sistema para estruturar o planejamento do município. “Quando apareceu essa oportunidade, nós agarramos de imediato, sabendo da importância desse sistema. Cidades pequenas, como a nossa, precisam muito disso, porque ainda não possuem um setor de planejamento estruturado. Temos o cadastro em papel, mas não uma plataforma integrada. Com o Giswater, essas informações estarão organizadas em um sistema de fácil consulta, integrado ao sistema comercial, reunindo dados de consumo, ligações e setorização. Tudo depende desse trabalho. As expectativas são as melhores possíveis”, declarou.

A superintendente da Sanebavi, Andréa Andrade de Campos, destacou os ganhos esperados para a operação do sistema de abastecimento de Vinhedo. “A ferramenta é de suma importância para que tenhamos gestão de todo o sistema de saneamento e possamos, com embasamento técnico, investir na redução de perdas e na operação do sistema. A expectativa é trazer maior segurança operacional e, com isso, reduzir os índices de perdas”, comentou.

Já o diretor da CPS Engenharia, Luiz Roberto Pladevall, avaliou que a experiência de Capivari ajudou a consolidar o projeto como referência para outros municípios. “A Agência das Bacias PCJ foi muito assertiva ao criar um benchmarking com Capivari. Isso gera motivação para os demais municípios. Estamos muito animados porque vemos claramente que os resultados alcançados em Capivari fizeram diferença para o município e para os operadores do sistema, que realmente compraram essa ideia de utilizar a ferramenta como apoio ao trabalho técnico. Hoje, Capivari já é um exemplo de sucesso”, disse.

Etapas

O projeto contará com cinco etapas em cada município. A primeira será a elaboração do plano de trabalho e a formação de um grupo técnico de acompanhamento, com a realização de um primeiro seminário para apresentar aos representantes de cada município com mais detalhes os trabalhos a serem desenvolvidos. A segunda etapa envolverá a coleta de dados, montagem e customização do sistema Giswater para cada município, que envolve um grande apoio dos munícipios nos levantamentos de campo. A terceira etapa será a implantação do sistema e a conversão do cadastro técnico atual. Na sequência, ocorrerá a implantação do modelo hidráulico operacional, onde haverá um envolvimento intenso da equipe dos municípios para a calibração, que contará com levantamento de dados em campo. Por fim, a quinta etapa prevê operação assistida, suporte técnico ao sistema implantado e realização de um seminário final em cada município.

Critérios

Para serem selecionados, Cordeirópolis e Vinhedo atenderam aos critérios de priorização para controle de perdas estabelecidos pelo Plano das Bacias PCJ 2020–2035, entre municípios com população de até 150 mil habitantes e cujos serviços de saneamento não sejam operados pela iniciativa privada ou por sociedades anônimas (S.A.). Outro requisito atendido pelos dois municípios foi possuir cadastro técnico 100% digital, condição necessária para o funcionamento da ferramenta.

Confira abaixo algumas informações dos sistemas de distribuição de água:

Cordeirópolis

  • 24.514 habitantes (IBGE/2022)
  • Captações superficiais e subterrâneas
  • 26 reservatórios
  • 140 km de rede de distribuição

Vinhedo

  • 76.540 habitantes (IBGE/2022)
  • Captações superficiais e subterrâneas
  • 40 reservatórios
  • 620 km de rede de distribuição

Reunião virtual destacou estudos sobre perdas de água, análises hidrossedimentológicas e aprovou parecer técnico sobre parceria entre a PUC-Campinas e a Agência das Bacias PCJ

15 de maio de 2026

A Câmara Técnica de Integração e Difusão de Pesquisas e Tecnologias (CT-ID) dos Comitês PCJ realizou, na sexta-feira, 15 de maio, sua 121ª Reunião Ordinária, por videoconferência, com a apresentação de três pesquisas. O encontro reuniu representantes de instituições de ensino e gestão de recursos hídricos para debater estudos acadêmicos voltados à segurança hídrica, inovação tecnológica e gestão das Bacias PCJ. As atividades foram conduzidas pelos professores Tadeu Malheiros, coordenador da CT-ID e Duarcides Mariosa, coordenador adjunto.

Um dos destaques da reunião foi a palestra “Perdas de Água em Sistemas de Abastecimento nas Bacias PCJ – Diagnóstico, diretrizes e desafios para gestão e segurança hídrica”, que apresentou duas pesquisas em desenvolvimento na USP (Universidade Estadual de São Paulo). O estudo “Diagnóstico dos programas de controle de perdas” foi apresentado por Giuliana Miranda dos Santos, graduanda em Gestão Ambiental da Escola de Artes, Ciências e Humanidades. Já a pesquisa “Gestão de perdas como estratégia hídrica” foi conduzida por Letícia dos Santos, graduanda em Engenharia Civil da Escola de Engenharia de São Carlos.

As apresentações abordaram desafios relacionados ao controle de perdas em sistemas de abastecimento e discutiram estratégias voltadas ao fortalecimento da segurança hídrica nas Bacias PCJ, com foco na eficiência operacional e no planejamento da gestão da água.

“A gente precisa fortalecer os dados para entender o que está acontecendo, por que tantos municípios ainda sofrem com perdas. Os recursos que temos de investimento não são pequenos. Recentemente, mais dois municípios receberam recursos para o Giswater, voltados à gestão de dados. Então, há um trabalho importante sobre o qual a nossa câmara deve se debruçar. Precisamos de inovação e capacitação. Essa é um pouco a ideia de envolver os alunos da graduação, porque, daqui a pouco, eles estarão no mercado do trabalho e precisamos de profissionais fortalecidos para poder atuar nesse campo de inovação, especialmente na área de saneamento”, destacou Tadeu.

A reunião também contou com a palestra “Nova Estrutura de Análise Hidrossedimentológica Integrando Modelagem Computacional, Efeito de Histerese e Conectividade dos Sedimentos”, ministrada pelo geólogo colombiano Luis Fernando Murillo Bermúdez, doutorando da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). A apresentação trouxe reflexões sobre novas metodologias para análise do transporte de sedimentos em bacias hidrográficas como subsídio ao planejamento ambiental, com foco na integração entre modelagem computacional, conectividade sedimentar e efeito de histerese, além do uso de sensores de baixo custo para monitoramento contínuo.

O palestrante destacou como essas ferramentas podem aprimorar a compreensão dos processos hidrossedimentológicos e contribuir para o planejamento e a gestão dos recursos hídricos. O estudo conta com dois projetos-piloto: um na Bacia do Rio Jundiaí, em Campo Limpo Paulista (SP), e outro na Bacia do Ribeirão Anhumas, em Campinas (SP).

Cooperação técnica

Durante o encontro, os membros da CT-ID também aprovaram, por unanimidade, o Parecer Técnico CT-ID nº 01/2026, referente ao Relatório de Atividades nº 5 da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, que compreende o período de execução até o final de 2025. O documento analisado apresenta os avanços científicos, técnicos e acadêmicos desenvolvidos no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a universidade e a Fundação Agência das Bacias PCJ.

O relatório reúne estudos relacionados à gestão de recursos hídricos, segurança hídrica, saneamento básico, governança e inovação tecnológica aplicadas às Bacias PCJ. Segundo avaliação da coordenação da CT-ID, os trabalhos demonstram elevado rigor técnico-científico, consistência metodológica e contribuição relevante para o fortalecimento das ações de gestão hídrica, evidenciando a consolidação da parceria entre a universidade e a Agência PCJ.

“A proposta que estamos desenvolvendo há cinco anos é promover uma integração cada vez mais consistente entre as necessidades de desenvolvimento de pesquisas, a busca por soluções e o levantamento de dificuldades que eventualmente possam surgir na gestão dos recursos hídricos, além de criar, no ambiente universitário, um espaço receptivo às questões relacionadas à gestão hídrica. Temos pesquisadores e estudantes envolvidos em iniciação científica, projetos financiados e propostas submetidas às agências de fomento no Brasil. Também temos iniciativas no exterior para divulgar não apenas as pesquisas realizadas, mas tudo aquilo que envolve os Comitês PCJ e a Agência das Bacias PCJ. É algo que transcende o universo acadêmico, embora esteja sustentado nele, e busca envolver a sociedade por meio de soluções que possam ser dinamizadas”, ressaltou Duarcides.

Capacitação

Ao final da reunião, a analista da Secretaria Executiva dos Comitês PCJ, Raquel Quirino, apresentou a importância da capacitação contínua dos membros dos colegiados, com o objetivo de reduzir assimetrias de conhecimento e fortalecer o embasamento técnico das decisões. A iniciativa está vinculada à Deliberação CRH nº 248/2021, que avalia o desempenho dos comitês para a distribuição dos recursos da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH).

A capacitação corresponde a 25% da nota de desempenho, sendo necessário que mais de 50% dos membros estejam capacitados para alcançar a pontuação máxima. Entre as atividades consideradas estão cursos técnicos, especializações, cursos online (como os oferecidos pela ANA, ENAP e Capacita SigRH), além de palestras, eventos e workshops. Os certificados podem ser enviados para o e-mail da Secretaria Executiva: se.pcj@comites.baciaspcj.org.br.

Próxima reunião

A 122ª Reunião Ordinária da CT-ID está agendada para o dia 18 de setembro, a partir das 9h30, no Museu da Água de Santa Bárbara d’Oeste.

Encontro em Americana (SP) será transmitido ao vivo pela internet e reunirá especialistas e representantes de instituições para debater planejamento, regulação e ações de contingência diante da escassez hídrica


A gestão de crises hídricas e as estratégias para enfrentamento dos períodos de estiagem estarão em pauta no evento “Resiliência em Períodos de Estiagem: Planejamento para Implementação de Planos de Contingência para Escassez Hídrica”, que será realizado no dia 27 de maio de 2026, das 9h às 12h, no canal da Ares-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias PCJ) no YouTube.

A iniciativa é promovida pela Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL) dos Comitês PCJ e pela Ares-PCJ, com apoio da Agência das Bacias PCJ. O encontro reunirá representantes de instituições ligadas à gestão de recursos hídricos, regulação e saneamento para discutir os principais desafios relacionados à segurança hídrica e às medidas necessárias para minimizar os impactos da escassez de água.

O secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, ressaltou que o avanço das mudanças climáticas e a recorrência de eventos extremos reforçam a necessidade de planejamento preventivo e atuação integrada entre as instituições. “Cabe aos Comitês de Bacias Hidrográficas promover e fortalecer o debate em torno de ações estruturadas e planejadas, para que os municípios, com o apoio e indução das agências reguladoras, estejam preparados para atuar nos períodos de estiagem não apenas de forma reativa, mas sobretudo preventiva e coordenada. Daí a importância de que os municípios tenham planos voltados para esses eventos. Nossa expectativa é que o encontro fortaleça a cooperação institucional e contribua para a construção de instrumentos e ações capazes de aprimorar o planejamento preventivo, reduzir riscos e evitar colapsos no abastecimento hídrico”, afirmou.

Para o diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, o planejamento antecipado é fundamental para minimizar os impactos de futuros períodos de escassez hídrica. “A Agência e os Comitês PCJ vêm trabalhando continuamente para apoiar os municípios e os responsáveis pelos sistemas de abastecimento na elaboração de planos de contingência e no planejamento de ações preventivas. É importante que as cidades estejam preparadas para enfrentar períodos de seca mais severos, como ocorreu em 2014, reduzindo riscos e garantindo maior segurança no abastecimento. Nesse contexto, a integração entre Comitês PCJ, Agência PCJ e agências reguladoras é essencial”, destacou.

Segundo o diretor geral da Ares-PCJ, Dalto Favero Brochi, algumas medidas já estão sendo tomadas pela instituição e serão apresentadas no evento. “A Ares-PCJ vem intensificando sua atuação frente aos desafios dos períodos de estiagem, fortalecendo o acompanhamento técnico e regulatório dos prestadores de serviços de saneamento. A Agência passará a divulgar um boletim periódico com informações encaminhadas pelos prestadores sobre dificuldades nos sistemas de captação e abastecimento, conforme previsto na nova resolução da Ares-PCJ. Também iremos ampliar o monitoramento de pressão nas redes de distribuição e reforçar o acompanhamento dos Planos de Racionamento, buscando fortalecer as ações de enfrentamento aos períodos de estiagem”, explicou.

PROGRAMAÇÃO

A programação do evento prevê debates sobre instrumentos regulatórios existentes, protocolos de escassez hídrica, planejamento municipal, eficiência operacional dos sistemas de abastecimento e ações emergenciais e estruturantes voltadas ao enfrentamento das estiagens.

Durante a abertura, representantes dos Comitês PCJ, da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico (CT-MH), da SP Águas, do Consórcio PCJ e da Agência das Bacias PCJ apresentarão um panorama das crises hídricas recorrentes nas Bacias PCJ, os protocolos atualmente vigentes e as ações de apoio aos municípios e prestadores de serviços de saneamento.

Na sequência, Ares-PCJ e Arsesp (Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado de São Paulo) abordarão o papel da regulação na segurança hídrica, com destaque para instrumentos regulatórios, medidas prioritárias para períodos de escassez e riscos relacionados ao abastecimento, como perdas de água, dependência de mananciais e capacidade de reservação.

O evento também contará com apresentações sobre ações previstas a curto, médio e longo prazo pelas instituições participantes, incluindo iniciativas voltadas aos planos municipais de contingência, eficiência operacional e medidas estruturantes para aumento da resiliência hídrica. Ao final, haverá espaço aberto para perguntas e debate entre os participantes.

SERVIÇO

Evento: Resiliência em Períodos de Estiagem: Planejamento para Implementação de Planos de Contingência para Escassez Hídrica
Data: 27 de maio de 2026 (quarta-feira)
Horário: das 9h às 12h
Local: Canal da Ares-PCJ no YouTube
Realização: Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL) dos Comitês PCJ e Ares-PCJ
Apoio: Agência das Bacias PCJ
Inscrições: www.arespcj.com.br/eventos

Dúvidas: se.pcj@comites.baciaspcj.org.br

Informações para a imprensa: comunicapcj@agencia.baciaspcj.org.br

Programação:

9h às 10h | Boas-vindas e introdução à temática
• Comitês PCJ (Secretaria-Executiva): boas-vindas e objetivos do evento
• CT-MH dos Comitês PCJ: histórico de crises hídricas e perspectivas para 2026
• SP Águas: protocolo vigente de escassez hídrica
• Consórcio PCJ: importância dos planos de contingência e da comunicação com a população
• Agência das Bacias PCJ: apoio aos municípios e empresas de saneamento

10h às 11h | Papel da regulação na segurança hídrica em períodos de estiagem
• Ares-PCJ
• Arsesp

Temas: instrumentos regulatórios, medidas prioritárias para períodos de escassez e riscos relacionados ao abastecimento, como perdas de água, dependência de mananciais e capacidade de reservação.

11h às 11h30 | Ações esperadas para enfrentamento da escassez hídrica
• Comitês/Agência PCJ
• Ares-PCJ
• Arsesp

11h30 às 12h | Perguntas e debate

12h | Encerramento

Encontro em Americana (SP) será transmitido ao vivo pela internet e reunirá especialistas e representantes de instituições para debater planejamento, regulação e ações de contingência diante da escassez hídrica


A gestão de crises hídricas e as estratégias para enfrentamento dos períodos de estiagem estarão em pauta no evento “Resiliência em Períodos de Estiagem: Planejamento para Implementação de Planos de Contingência para Escassez Hídrica”, que será realizado no dia 27 de maio de 2026, das 9h às 12h, no canal da Ares-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias PCJ), no YouTube.

A iniciativa é promovida pela Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL) dos Comitês PCJ e pela Ares-PCJ, com apoio da Agência das Bacias PCJ. O encontro reunirá representantes de instituições ligadas à gestão de recursos hídricos, regulação e saneamento para discutir os principais desafios relacionados à segurança hídrica e às medidas necessárias para minimizar os impactos da escassez de água.

O secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, ressaltou que o avanço das mudanças climáticas e a recorrência de eventos extremos reforçam a necessidade de planejamento preventivo e atuação integrada entre as instituições. “Cabe aos Comitês de Bacias Hidrográficas promover e fortalecer o debate em torno de ações estruturadas e planejadas, para que os municípios, com o apoio e indução das agências reguladoras, estejam preparados para atuar nos períodos de estiagem não apenas de forma reativa, mas sobretudo preventiva e coordenada. Daí a importância de que os municípios tenham planos voltados para esses eventos. Nossa expectativa é que o encontro fortaleça a cooperação institucional e contribua para a construção de instrumentos e ações capazes de aprimorar o planejamento preventivo, reduzir riscos e evitar colapsos no abastecimento hídrico”, afirmou.

Para o diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, o planejamento antecipado é fundamental para minimizar os impactos de futuros períodos de escassez hídrica. “A Agência e os Comitês PCJ vêm trabalhando continuamente para apoiar os municípios e os responsáveis pelos sistemas de abastecimento na elaboração de planos de contingência e no planejamento de ações preventivas. É importante que as cidades estejam preparadas para enfrentar períodos de seca mais severos, como ocorreu em 2014, reduzindo riscos e garantindo maior segurança no abastecimento. Nesse contexto, a integração entre Comitês PCJ, Agência PCJ e agências reguladoras é essencial”, destacou.

Segundo o diretor geral da Ares-PCJ, Dalto Favero Brochi, algumas medidas já estão sendo tomadas pela instituição e serão apresentadas no evento. “A Ares-PCJ vem intensificando sua atuação frente aos desafios dos períodos de estiagem, fortalecendo o acompanhamento técnico e regulatório dos prestadores de serviços de saneamento. A Agência passará a divulgar um boletim periódico com informações encaminhadas pelos prestadores sobre dificuldades nos sistemas de captação e abastecimento, conforme previsto na nova resolução da Ares-PCJ. Também iremos ampliar o monitoramento de pressão nas redes de distribuição e reforçar o acompanhamento dos Planos de Racionamento, buscando fortalecer as ações de enfrentamento aos períodos de estiagem”, explicou.

PROGRAMAÇÃO

A programação do evento prevê debates sobre instrumentos regulatórios existentes, protocolos de escassez hídrica, planejamento municipal, eficiência operacional dos sistemas de abastecimento e ações emergenciais e estruturantes voltadas ao enfrentamento das estiagens.

Durante a abertura, representantes dos Comitês PCJ, da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico (CT-MH), da SP Águas, do Consórcio PCJ e da Agência das Bacias PCJ apresentarão um panorama das crises hídricas recorrentes nas Bacias PCJ, os protocolos atualmente vigentes e as ações de apoio aos municípios e prestadores de serviços de saneamento.

Na sequência, Ares-PCJ e Arsesp (Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado de São Paulo) abordarão o papel da regulação na segurança hídrica, com destaque para instrumentos regulatórios, medidas prioritárias para períodos de escassez e riscos relacionados ao abastecimento, como perdas de água, dependência de mananciais e capacidade de reservação.

O evento também contará com apresentações sobre ações previstas a curto, médio e longo prazo pelas instituições participantes, incluindo iniciativas voltadas aos planos municipais de contingência, eficiência operacional e medidas estruturantes para aumento da resiliência hídrica. Ao final, haverá espaço aberto para perguntas e debate entre os participantes.

SERVIÇO

Evento: Resiliência em Períodos de Estiagem: Planejamento para Implementação de Planos de Contingência para Escassez Hídrica
Data: 27 de maio de 2026 (quarta-feira)
Horário: das 9h às 12h
Local: Canal da Ares-PCJ no YouTube
Realização: Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL) dos Comitês PCJ e Ares-PCJ
Apoio: Agência das Bacias PCJ
Inscrições: www.arespcj.com.br/eventos

Dúvidas: se.pcj@comites.baciaspcj.org.br

Informações para a imprensa: comunicapcj@agencia.baciaspcj.org.br

Programação:

9h às 10h | Boas-vindas e introdução à temática
• Comitês PCJ (Secretaria-Executiva): boas-vindas e objetivos do evento
• CT-MH dos Comitês PCJ: histórico de crises hídricas e perspectivas para 2026
• SP Águas: protocolo vigente de escassez hídrica
• Consórcio PCJ: importância dos planos de contingência e da comunicação com a população
• Agência das Bacias PCJ: apoio aos municípios e empresas de saneamento

10h às 11h | Papel da regulação na segurança hídrica em períodos de estiagem
• Ares-PCJ
• Arsesp

Temas: instrumentos regulatórios, medidas prioritárias para períodos de escassez e riscos relacionados ao abastecimento, como perdas de água, dependência de mananciais e capacidade de reservação.

11h às 11h30 | Ações esperadas para enfrentamento da escassez hídrica
• Comitês/Agência PCJ
• Ares-PCJ
• Arsesp

11h30 às 12h | Perguntas e debate

12h | Encerramento

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