| Mês: maio de 2026

Encontro em Americana (SP) será transmitido ao vivo pela internet e reunirá especialistas e representantes de instituições para debater planejamento, regulação e ações de contingência diante da escassez hídrica


A gestão de crises hídricas e as estratégias para enfrentamento dos períodos de estiagem estarão em pauta no evento “Resiliência em Períodos de Estiagem: Planejamento para Implementação de Planos de Contingência para Escassez Hídrica”, que será realizado no dia 27 de maio de 2026, das 9h às 12h, no canal da Ares-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias PCJ), no YouTube.

A iniciativa é promovida pela Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL) dos Comitês PCJ e pela Ares-PCJ, com apoio da Agência das Bacias PCJ. O encontro reunirá representantes de instituições ligadas à gestão de recursos hídricos, regulação e saneamento para discutir os principais desafios relacionados à segurança hídrica e às medidas necessárias para minimizar os impactos da escassez de água.

O secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, ressaltou que o avanço das mudanças climáticas e a recorrência de eventos extremos reforçam a necessidade de planejamento preventivo e atuação integrada entre as instituições. “Cabe aos Comitês de Bacias Hidrográficas promover e fortalecer o debate em torno de ações estruturadas e planejadas, para que os municípios, com o apoio e indução das agências reguladoras, estejam preparados para atuar nos períodos de estiagem não apenas de forma reativa, mas sobretudo preventiva e coordenada. Daí a importância de que os municípios tenham planos voltados para esses eventos. Nossa expectativa é que o encontro fortaleça a cooperação institucional e contribua para a construção de instrumentos e ações capazes de aprimorar o planejamento preventivo, reduzir riscos e evitar colapsos no abastecimento hídrico”, afirmou.

Para o diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, o planejamento antecipado é fundamental para minimizar os impactos de futuros períodos de escassez hídrica. “A Agência e os Comitês PCJ vêm trabalhando continuamente para apoiar os municípios e os responsáveis pelos sistemas de abastecimento na elaboração de planos de contingência e no planejamento de ações preventivas. É importante que as cidades estejam preparadas para enfrentar períodos de seca mais severos, como ocorreu em 2014, reduzindo riscos e garantindo maior segurança no abastecimento. Nesse contexto, a integração entre Comitês PCJ, Agência PCJ e agências reguladoras é essencial”, destacou.

Segundo o diretor geral da Ares-PCJ, Dalto Favero Brochi, algumas medidas já estão sendo tomadas pela instituição e serão apresentadas no evento. “A Ares-PCJ vem intensificando sua atuação frente aos desafios dos períodos de estiagem, fortalecendo o acompanhamento técnico e regulatório dos prestadores de serviços de saneamento. A Agência passará a divulgar um boletim periódico com informações encaminhadas pelos prestadores sobre dificuldades nos sistemas de captação e abastecimento, conforme previsto na nova resolução da Ares-PCJ. Também iremos ampliar o monitoramento de pressão nas redes de distribuição e reforçar o acompanhamento dos Planos de Racionamento, buscando fortalecer as ações de enfrentamento aos períodos de estiagem”, explicou.

PROGRAMAÇÃO

A programação do evento prevê debates sobre instrumentos regulatórios existentes, protocolos de escassez hídrica, planejamento municipal, eficiência operacional dos sistemas de abastecimento e ações emergenciais e estruturantes voltadas ao enfrentamento das estiagens.

Durante a abertura, representantes dos Comitês PCJ, da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico (CT-MH), da SP Águas, do Consórcio PCJ e da Agência das Bacias PCJ apresentarão um panorama das crises hídricas recorrentes nas Bacias PCJ, os protocolos atualmente vigentes e as ações de apoio aos municípios e prestadores de serviços de saneamento.

Na sequência, Ares-PCJ e Arsesp (Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado de São Paulo) abordarão o papel da regulação na segurança hídrica, com destaque para instrumentos regulatórios, medidas prioritárias para períodos de escassez e riscos relacionados ao abastecimento, como perdas de água, dependência de mananciais e capacidade de reservação.

O evento também contará com apresentações sobre ações previstas a curto, médio e longo prazo pelas instituições participantes, incluindo iniciativas voltadas aos planos municipais de contingência, eficiência operacional e medidas estruturantes para aumento da resiliência hídrica. Ao final, haverá espaço aberto para perguntas e debate entre os participantes.

SERVIÇO

Evento: Resiliência em Períodos de Estiagem: Planejamento para Implementação de Planos de Contingência para Escassez Hídrica
Data: 27 de maio de 2026 (quarta-feira)
Horário: das 9h às 12h
Local: Canal da Ares-PCJ no YouTube
Realização: Câmara Técnica de Planejamento (CT-PL) dos Comitês PCJ e Ares-PCJ
Apoio: Agência das Bacias PCJ
Inscrições: www.arespcj.com.br/eventos

Dúvidas: se.pcj@comites.baciaspcj.org.br

Informações para a imprensa: comunicapcj@agencia.baciaspcj.org.br

Programação:

9h às 10h | Boas-vindas e introdução à temática
• Comitês PCJ (Secretaria-Executiva): boas-vindas e objetivos do evento
• CT-MH dos Comitês PCJ: histórico de crises hídricas e perspectivas para 2026
• SP Águas: protocolo vigente de escassez hídrica
• Consórcio PCJ: importância dos planos de contingência e da comunicação com a população
• Agência das Bacias PCJ: apoio aos municípios e empresas de saneamento

10h às 11h | Papel da regulação na segurança hídrica em períodos de estiagem
• Ares-PCJ
• Arsesp

Temas: instrumentos regulatórios, medidas prioritárias para períodos de escassez e riscos relacionados ao abastecimento, como perdas de água, dependência de mananciais e capacidade de reservação.

11h às 11h30 | Ações esperadas para enfrentamento da escassez hídrica
• Comitês/Agência PCJ
• Ares-PCJ
• Arsesp

11h30 às 12h | Perguntas e debate

12h | Encerramento

Comitiva participou de painéis, debates e articulações institucionais em São Luís (MA), levando experiências das Bacias PCJ sobre segurança hídrica, gestão e sustentabilidade

Os Comitês PCJ e a Agência das Bacias PCJ participaram ativamente do 3º Fórum Brasil das Águas, realizado entre os dias 4 e 8 de maio, em São Luís (MA), consolidando a presença das Bacias PCJ em um dos principais espaços de diálogo sobre governança hídrica do país.

Com o tema “Água, a maior riqueza do Brasil”, o evento foi promovido pela Rede Brasil de Organismos de Bacias Hidrográficas (Rebob) e reuniu representantes do poder público, usuários de recursos hídricos, iniciativa privada, academia, entidades civis e organizações de diversas regiões do país para discutir desafios e soluções relacionados à gestão das águas, mudanças climáticas, inovação, segurança hídrica e desenvolvimento sustentável.

Ao longo da programação, a comitiva PCJ — formada principalmente por representantes das câmaras técnicas e plenários dos Comitês PCJ — integrou painéis, mesas de discussão e encontros técnicos, compartilhando experiências construídas em uma das regiões mais industrializadas e populosas do país, onde o desafio permanente é equilibrar desenvolvimento econômico, múltiplos usos da água e abastecimento para mais de 6 milhões de pessoas.

O secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, ressaltou a importância da participação dos colegiados nesse tipo de evento e sua atuação na gestão da água. “Os Comitês PCJ reafirmam seu protagonismo ao compartilhar a experiência de seus membros e os resultados bem-sucedidos da gestão participativa dos recursos hídricos nesta terceira edição do Fórum Brasil das Águas. Em um cenário de agravamento das mudanças climáticas e das crises hídricas, fica cada vez mais necessária cooperação e a troca de informações entre os diversos atores comprometidos com a sustentabilidade das águas. Esse esforço coletivo leva para a sociedade a responsabilidade de um recurso que já apresenta sinais de escassez e o risco de desabastecimento em diferentes regiões do país, mesmo em áreas historicamente reconhecidas pela abundância de mananciais e que foram castigadas pelos recentes eventos de seca. Não há prosperidade de um país sem um fortalecimento contínuo da gestão dos recursos hídricos”, afirmou Denis.

Entre os destaques da participação PCJ esteve a palestra “A agricultura do futuro e o uso sustentável da água”, ministrada pelo secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, que trouxe reflexões sobre disponibilidade hídrica, produção de alimentos e sustentabilidade. Já o vice-presidente da Rebob e presidente do Conselho Deliberativo das Agências PCJ, Rodrigo Hajjar Francisco, atuou como moderador do Painel “Água e Desenvolvimento Sustentável: uma visão estruturante da gestão da água”.

O secretário-executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, também contribuiu com o debate ao apresentar a palestra “A Crise Hídrica: falta de água para abastecimento humano em grandes cidades brasileiras – O Caso do Cantareira”, ampliando as discussões sobre segurança hídrica, gestão de riscos e impactos das mudanças climáticas.

ESTANDE PCJ

Além da participação técnica, a Agência das Bacias PCJ manteve um estande institucional no evento, que recebeu representantes de diferentes regiões do país e autoridades do setor hídrico, entre eles o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Leonardo Góes Silva. O espaço promoveu o intercâmbio de experiências, o compartilhamento de boas práticas e o fortalecimento de parcerias voltadas à gestão das águas.

Diretor-presidente interino da ANA, Leonardo Góes Silva, durante visita ao estande da Agência PCJ

Em sua terceira edição, o Fórum Brasil das Águas se consolida como um importante ambiente de articulação entre territórios e instituições, incentivando o diálogo entre diferentes setores da sociedade e fortalecendo a construção de políticas públicas voltadas à segurança hídrica e ao uso sustentável dos recursos hídricos.

“A participação da nossa comitiva foi de extrema importância e significado, visto que neste fórum foi discutido a situação ou o agravamento das condições frente às mudanças climáticas. Tivemos bastante debates tanto sobre os efeitos das mudanças climáticas quanto exemplos, experiências que os municípios, estados e o próprio governo brasileiro estão tomando para mitigar e criar resiliência, para que consigamos fazer essa adaptação”, ressaltou o diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera.  

Ele também citou o painel sobre novas tecnologias na área de Segurança Hídrica. “Isso é sempre importante, seja para saneamento, seja para combate às perdas, seja para proteção de mananciais. O Brasil é um país grande e rico em experiências, em ideias, em soluções. Cada um a seu modo, cada um a depender das suas necessidades e da condição cultural, climática de cada região do Brasil. Então é sempre muito bom a gente participar”, acrescentou.

O presidente da Agência PCJ ainda destacou a reunião do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e de diversas câmaras técnicas do órgão. “Foi uma experiência muito válida, muito importante para o PCJ e outras informações ainda, contatos com a diretoria da ANA, a Agência Nacional de Águas. Fizemos um convite formal para que o presidente interino da agência nacional de água esteja presencialmente na nossa próxima reunião plenária. Então, por tudo isso foi uma participação muito expressiva, muito válida para os Comitês PCJ e para a região das Bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí”, concluiu Razera.

Comitiva participou de painéis, debates e articulações institucionais em São Luís (MA), levando experiências das Bacias PCJ sobre segurança hídrica, gestão e sustentabilidade

Os Comitês PCJ e a Agência das Bacias PCJ participaram ativamente do 3º Fórum Brasil das Águas, realizado entre os dias 4 e 8 de maio, em São Luís (MA), consolidando a presença das Bacias PCJ em um dos principais espaços de diálogo sobre governança hídrica do país.

Com o tema “Água, a maior riqueza do Brasil”, o evento foi promovido pela Rede Brasil de Organismos de Bacias Hidrográficas (Rebob) e reuniu representantes do poder público, usuários de recursos hídricos, iniciativa privada, academia, entidades civis e organizações de diversas regiões do país para discutir desafios e soluções relacionados à gestão das águas, mudanças climáticas, inovação, segurança hídrica e desenvolvimento sustentável.

Ao longo da programação, a comitiva PCJ — formada principalmente por representantes das câmaras técnicas e plenários dos Comitês PCJ — integrou painéis, mesas de discussão e encontros técnicos, compartilhando experiências construídas em uma das regiões mais industrializadas e populosas do país, onde o desafio permanente é equilibrar desenvolvimento econômico, múltiplos usos da água e abastecimento para mais de 6 milhões de pessoas.

O secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, ressaltou a importância da participação dos colegiados nesse tipo de evento e sua atuação na gestão da água. “Os Comitês PCJ reafirmam seu protagonismo ao compartilhar a experiência de seus membros e os resultados bem-sucedidos da gestão participativa dos recursos hídricos nesta terceira edição do Fórum Brasil das Águas. Em um cenário de agravamento das mudanças climáticas e das crises hídricas, fica cada vez mais necessária cooperação e a troca de informações entre os diversos atores comprometidos com a sustentabilidade das águas. Esse esforço coletivo leva para a sociedade a responsabilidade de um recurso que já apresenta sinais de escassez e o risco de desabastecimento em diferentes regiões do país, mesmo em áreas historicamente reconhecidas pela abundância de mananciais e que foram castigadas pelos recentes eventos de seca. Não há prosperidade de um país sem um fortalecimento contínuo da gestão dos recursos hídricos”, afirmou Denis.

Entre os destaques da participação PCJ esteve a palestra “A agricultura do futuro e o uso sustentável da água”, ministrada pelo secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, que trouxe reflexões sobre disponibilidade hídrica, produção de alimentos e sustentabilidade. Já o vice-presidente da Rebob e presidente do Conselho Deliberativo das Agências PCJ, Rodrigo Hajjar Francisco, atuou como moderador do Painel “Água e Desenvolvimento Sustentável: uma visão estruturante da gestão da água”.

O secretário-executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, também contribuiu com o debate ao apresentar a palestra “A Crise Hídrica: falta de água para abastecimento humano em grandes cidades brasileiras – O Caso do Cantareira”, ampliando as discussões sobre segurança hídrica, gestão de riscos e impactos das mudanças climáticas.

ESTANDE PCJ

Além da participação técnica, a Agência das Bacias PCJ manteve um estande institucional no evento, que recebeu representantes de diferentes regiões do país e autoridades do setor hídrico, entre eles o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Leonardo Góes Silva. O espaço promoveu o intercâmbio de experiências, o compartilhamento de boas práticas e o fortalecimento de parcerias voltadas à gestão das águas.

Diretor-presidente interino da ANA, Leonardo Góes Silva, durante visita ao estande da Agência PCJ

Em sua terceira edição, o Fórum Brasil das Águas se consolida como um importante ambiente de articulação entre territórios e instituições, incentivando o diálogo entre diferentes setores da sociedade e fortalecendo a construção de políticas públicas voltadas à segurança hídrica e ao uso sustentável dos recursos hídricos.

“A participação da nossa comitiva foi de extrema importância e significado, visto que neste fórum foi discutido a situação ou o agravamento das condições frente às mudanças climáticas. Tivemos bastante debates tanto sobre os efeitos das mudanças climáticas quanto exemplos, experiências que os municípios, estados e o próprio governo brasileiro estão tomando para mitigar e criar resiliência, para que consigamos fazer essa adaptação”, ressaltou o diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera.  

Ele também citou o painel sobre novas tecnologias na área de Segurança Hídrica. “Isso é sempre importante, seja para saneamento, seja para combate às perdas, seja para proteção de mananciais. O Brasil é um país grande e rico em experiências, em ideias, em soluções. Cada um a seu modo, cada um a depender das suas necessidades e da condição cultural, climática de cada região do Brasil. Então é sempre muito bom a gente participar”, acrescentou.

O presidente da Agência PCJ ainda destacou a reunião do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e de diversas câmaras técnicas do órgão. “Foi uma experiência muito válida, muito importante para o PCJ e outras informações ainda, contatos com a diretoria da ANA, a Agência Nacional de Águas. Fizemos um convite formal para que o presidente interino da agência nacional de água esteja presencialmente na nossa próxima reunião plenária. Então, por tudo isso foi uma participação muito expressiva, muito válida para os Comitês PCJ e para a região das Bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí”, concluiu Razera.

Dados foram apresentados na 279ª Reunião Ordinária da CT-MH, realizada por videoconferência

5 de maio de 2026

Em meio à predominância de seca severa a grave nas bacias PCJ, o Sistema Cantareira operava com 42,1% de sua capacidade em 4 de maio, na faixa de atenção. O cenário foi apresentado durante a 279ª Reunião Ordinária da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico (CT-MH), que reuniu dados recentes de precipitação, vazão e previsões climáticas para os próximos meses. A reunião foi conduzida pelo 2º Coordenador-Adjunto, Luís Filipe Rodrigues. 

A engenheira Catia Casagrande apresentou dados de precipitação referentes a abril de 2026, com base em estações telemétricas da Sala de Situação PCJ. Os dados indicam que o mês foi seco, com volumes de chuva variando entre 0 e 125 mm. A estação Rio Atibainha – Mascate, em Nazaré Paulista, registrou o maior acumulado do mês, com 101 mm, enquanto a estação Rio Jaguari – Guaripocaba, em Bragança Paulista, apresentou o menor volume, com 24,6 mm. 

Um gráfico com dados de 25 estações mostrou que 15 delas registraram chuvas abaixo da média. Apesar de volumes acima da média em algumas localidades, o Monitor de Secas aponta a predominância de seca severa a grave nas bacias PCJ, com impactos de curto e longo prazo. A apresentação também trouxe um panorama das vazões nos principais postos de monitoramento dos rios Jaguari, Atibaia, Piracicaba, Capivari e Jundiaí.  

Na sequência, Marco Jusevicius, da Simepar, apresentou o acompanhamento da previsão hidrológica, com destaque para o cenário climático previsto para os meses de maio, junho e julho de 2026. Segundo ele, o modelo hidrológico apresentou bom desempenho no último mês nos três pontos de referência (Jaguari, Atibaia e Atibaia/Valinhos), com vazões observadas próximas às previstas e diferenças inferiores a 20%. 

Outro tema abordado foi a importância da capacitação contínua dos membros dos Comitês PCJ. A analista da Secretaria Executiva, Thamiris Cardoso, destacou que o processo formativo é essencial para reduzir assimetrias de conhecimento e fortalecer o embasamento técnico das decisões. 

A iniciativa está vinculada à Deliberação CRH nº 248/2021, que avalia o desempenho dos comitês para a distribuição dos recursos da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH). A capacitação corresponde a 25% da nota de desempenho, sendo necessária a participação de mais de 50% dos membros para o alcance da pontuação máxima. 

A próxima reunião da CT-MH, a 280ª Ordinária, está prevista para o dia 1º de junho, às 9h30, no Auditório do Museu da Água, em Piracicaba. 

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