| Mês: julho de 2026

Seminário marcou o início da implantação do Giswater, ferramenta que vai fortalecer a gestão do abastecimento de água e apoiar o planejamento das operações no município

O combate às perdas de água e a modernização da gestão do abastecimento ganharam um importante reforço em Cordeirópolis (SP). Nesta terça-feira, 7 de julho, o município sediou o Seminário Inicial de Implantação do Giswater, iniciativa apoiada pela Agência das Bacias PCJ e pelos Comitês PCJ que marcou o início das atividades previstas para implantação da ferramenta no sistema municipal de abastecimento.

O Giswater consiste em um sistema de informação geográfica voltado à gestão inteligente dos sistemas de abastecimento de água, integrando informações técnicas em uma única plataforma para apoiar o planejamento operacional, a tomada de decisões e a redução das perdas hídricas. O evento, realizado no HUB Cordeiro, foi promovido pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) do município e reuniu representantes da autarquia, da Prefeitura, da Agência das Bacias PCJ, dos Comitês PCJ, da empresa responsável pela implantação e profissionais da área de saneamento.

“Hoje, estamos promovendo uma mudança. Acho que uma pequena virada de chave para o nosso futuro e para realmente melhorar a situação da equipe do Saae e da população”, ressaltou a prefeita Cristina Saad. Segundo dados da Prefeitura, o índice de perdas de água em Cordeirópolis caiu de quase 60% para 28% entre abril de 2025 e março de 2026, graças a investimentos de quase R$ 2 milhões provenientes de recursos próprios do SAAE e da Cobrança PCJ Paulista, por meio dos Comitês PCJ e do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro). Atualmente, a cidade economiza quase 4 milhões de litros de água por dia.

Para o presidente do Saae, Marco Gomes da Silva, as expectativas são as melhores possíveis. “A nossa expectativa é que agora passemos a conhecer melhor a realidade da produção de água, da distribuição e do consumo final. A gente começa a tomar novas ações, prevendo o futuro. O Giswater vai ajudar a acelerar a tomada de decisões e um planejamento de crescimento da cidade também. E, em contrapartida, vai ajudar a prever os momentos que temos de estiagem, evitando o que tivemos no passado, que é o rodízio, a falta de água. A gente consegue tomar ações prevendo para os próximos anos”, declarou.

Na avaliação do diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, a iniciativa vai aperfeiçoar a gestão da autarquia e reduzir o índice de perdas de água do município.  “Hoje, o Brasil – e a nossa região não é diferente – tem índices realmente muito elevados de perdas. Ou seja, tira água do rio, trata e a água não chega na casa do cidadão. A água se perde ao longo desse caminho. E nós precisamos baixar isso. Nós estamos felizes de estar aqui junto com a prefeitura, junto com o Saae, para dar este passo para o futuro, para o planejamento. Porque enquanto a gente não faz planejamento, apaga o incêndio ou enxuga gelo”, afirmou.

Após a abertura institucional, a equipe técnica da CPS Engenharia detalhou a metodologia que será aplicada durante a execução do projeto, apresentando o cronograma, as etapas de implantação e as atividades que serão desenvolvidas junto ao SAAE de Cordeirópolis ao longo dos próximos 17 meses.

“O Giswater é uma ferramenta que vai trazer clareza da operação para eles. Eles já estão com essa visão e o objetivo principal é que interiorizem e que a equipe de campo possa ter o benefício real da operação do sistema. A sensibilidade aqui é que está todo mundo muito motivado e que, após o Giswater, Cordeirópolis será outra”, destacou o diretor da CPS Engenharia, Luiz Roberto Pladevall.

A implantação em Cordeirópolis faz parte da expansão de um projeto incentivado pelos Comitês PCJ e pela Agência das Bacias PCJ, após os resultados obtidos na experiência-piloto desenvolvida em Capivari entre 2022 e 2024.

Com recursos da Cobrança PCJ Federal, o investimento destinado à implantação simultânea da ferramenta em Cordeirópolis e Vinhedo é de R$ 1.083.508,48. A execução do contrato está a cargo da CPS Engenharia, de São Paulo (SP), e a conclusão dos trabalhos está prevista para o segundo semestre de 2027.

Projeto estratégico

Cordeirópolis é um dos dois municípios selecionados pelos Comitês PCJ para receber a nova etapa do projeto Giswater. A escolha levou em consideração critérios definidos pelo Plano das Bacias PCJ 2020–2035 para o controle de perdas de água, entre eles possuir população de até 150 mil habitantes, serviços de saneamento administrados por autarquia pública e cadastro técnico totalmente digitalizado.

Com aproximadamente 24,5 mil habitantes, 26 reservatórios, captações superficiais e subterrâneas e cerca de 140 quilômetros de redes de distribuição, o município reúne as condições necessárias para utilizar todo o potencial da ferramenta, que deverá apoiar o planejamento de investimentos, a operação do sistema e as ações de redução de perdas de água.

“O Giswater vai ajudar o município a ter informações mais precisas e um cadastro técnico mais fiel à realidade. Isso significa mais qualidade nos dados, melhor planejamento e uma gestão mais eficiente do sistema de abastecimento. A expectativa é que toda a equipe utilize a ferramenta e aproveite seu potencial para aprimorar cada vez mais o trabalho desenvolvido”, afirmou Mateus Arantes, coordenador da Câmara Técnica de Saneamento dos Comitês PCJ.

Referência

Durante o seminário, o superintendente do Saae de Capivari, Guilherme Pereira Rego, destacou os resultados do projeto-piloto nas Bacias PCJ, que se tornou referência e foi apresentado no evento Waterloss, no Rio de Janeiro (RJ) em abril, com a participação de representantes de mais de 80 países.

“Nós tínhamos uma realidade antes do Giswater, na qual dependíamos exclusivamente do conhecimento e da memória de um servidor do SAAE. Com a chegada da ferramenta, conseguimos avançar significativamente no planejamento do nosso dia a dia, com projeções de novas redes, capacidade de expansão do sistema e ganhos na gestão hídrica acompanhando o crescimento da cidade”, explicou Guilherme. “O Giswater nos trouxe um novo horizonte. Com isso, hoje a gente consegue bater na porta da Agência PCJ, Governos do Estado e Federal, com números exatos e buscar os recursos que fazem a diferença no dia a dia. Se hoje nós temos essa realidade, é porque a Agência PCJ acreditou no nosso município para ser pioneiro”, concluiu.

Seminário marcou o início da implantação do Giswater, ferramenta que vai fortalecer a gestão do abastecimento de água e apoiar o planejamento das operações no município

O combate às perdas de água e a modernização da gestão do abastecimento ganharam um importante reforço em Cordeirópolis (SP). Nesta terça-feira, 7 de julho, o município sediou o Seminário Inicial de Implantação do Giswater, iniciativa apoiada pela Agência das Bacias PCJ e pelos Comitês PCJ que marcou o início das atividades previstas para implantação da ferramenta no sistema municipal de abastecimento.

O Giswater consiste em um sistema de informação geográfica voltado à gestão inteligente dos sistemas de abastecimento de água, integrando informações técnicas em uma única plataforma para apoiar o planejamento operacional, a tomada de decisões e a redução das perdas hídricas. O evento, realizado no HUB Cordeiro, foi promovido pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) do município e reuniu representantes da autarquia, da Prefeitura, da Agência das Bacias PCJ, dos Comitês PCJ, da empresa responsável pela implantação e profissionais da área de saneamento.

“Hoje, estamos promovendo uma mudança. Acho que uma pequena virada de chave para o nosso futuro e para realmente melhorar a situação da equipe do Saae e da população”, ressaltou a prefeita Cristina Saad. Segundo dados da Prefeitura, o índice de perdas de água em Cordeirópolis caiu de quase 60% para 28% entre abril de 2025 e março de 2026, graças a investimentos de quase R$ 2 milhões provenientes de recursos próprios do SAAE e da Cobrança PCJ Paulista, por meio dos Comitês PCJ e do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro). Atualmente, a cidade economiza quase 4 milhões de litros de água por dia.

Para o presidente do Saae, Marco Gomes da Silva, as expectativas são as melhores possíveis. “A nossa expectativa é que agora passemos a conhecer melhor a realidade da produção de água, da distribuição e do consumo final. A gente começa a tomar novas ações, prevendo o futuro. O Giswater vai ajudar a acelerar a tomada de decisões e um planejamento de crescimento da cidade também. E, em contrapartida, vai ajudar a prever os momentos que temos de estiagem, evitando o que tivemos no passado, que é o rodízio, a falta de água. A gente consegue tomar ações prevendo para os próximos anos”, declarou.

Na avaliação do diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, a iniciativa vai aperfeiçoar a gestão da autarquia e reduzir o índice de perdas de água do município.  “Hoje, o Brasil – e a nossa região não é diferente – tem índices realmente muito elevados de perdas. Ou seja, tira água do rio, trata e a água não chega na casa do cidadão. A água se perde ao longo desse caminho. E nós precisamos baixar isso. Nós estamos felizes de estar aqui junto com a prefeitura, junto com o Saae, para dar este passo para o futuro, para o planejamento. Porque enquanto a gente não faz planejamento, apaga o incêndio ou enxuga gelo”, afirmou.

Após a abertura institucional, a equipe técnica da CPS Engenharia detalhou a metodologia que será aplicada durante a execução do projeto, apresentando o cronograma, as etapas de implantação e as atividades que serão desenvolvidas junto ao SAAE de Cordeirópolis ao longo dos próximos 17 meses.

“O Giswater é uma ferramenta que vai trazer clareza da operação para eles. Eles já estão com essa visão e o objetivo principal é que interiorizem e que a equipe de campo possa ter o benefício real da operação do sistema. A sensibilidade aqui é que está todo mundo muito motivado e que, após o Giswater, Cordeirópolis será outra”, destacou o diretor da CPS Engenharia, Luiz Roberto Pladevall.

A implantação em Cordeirópolis faz parte da expansão de um projeto incentivado pelos Comitês PCJ e pela Agência das Bacias PCJ, após os resultados obtidos na experiência-piloto desenvolvida em Capivari entre 2022 e 2024.

Com recursos da Cobrança PCJ Federal, o investimento destinado à implantação simultânea da ferramenta em Cordeirópolis e Vinhedo é de R$ 1.083.508,48. A execução do contrato está a cargo da CPS Engenharia, de São Paulo (SP), e a conclusão dos trabalhos está prevista para o segundo semestre de 2027.

Projeto estratégico

Cordeirópolis é um dos dois municípios selecionados pelos Comitês PCJ para receber a nova etapa do projeto Giswater. A escolha levou em consideração critérios definidos pelo Plano das Bacias PCJ 2020–2035 para o controle de perdas de água, entre eles possuir população de até 150 mil habitantes, serviços de saneamento administrados por autarquia pública e cadastro técnico totalmente digitalizado.

Com aproximadamente 24,5 mil habitantes, 26 reservatórios, captações superficiais e subterrâneas e cerca de 140 quilômetros de redes de distribuição, o município reúne as condições necessárias para utilizar todo o potencial da ferramenta, que deverá apoiar o planejamento de investimentos, a operação do sistema e as ações de redução de perdas de água.

“O Giswater vai ajudar o município a ter informações mais precisas e um cadastro técnico mais fiel à realidade. Isso significa mais qualidade nos dados, melhor planejamento e uma gestão mais eficiente do sistema de abastecimento. A expectativa é que toda a equipe utilize a ferramenta e aproveite seu potencial para aprimorar cada vez mais o trabalho desenvolvido”, afirmou Mateus Arantes, coordenador da Câmara Técnica de Saneamento dos Comitês PCJ.

Referência

Durante o seminário, o superintendente do Saae de Capivari, Guilherme Pereira Rego, destacou os resultados do projeto-piloto nas Bacias PCJ, que se tornou referência e foi apresentado no evento Waterloss, no Rio de Janeiro (RJ) em abril, com a participação de representantes de mais de 80 países.

“Nós tínhamos uma realidade antes do Giswater, na qual dependíamos exclusivamente do conhecimento e da memória de um servidor do SAAE. Com a chegada da ferramenta, conseguimos avançar significativamente no planejamento do nosso dia a dia, com projeções de novas redes, capacidade de expansão do sistema e ganhos na gestão hídrica acompanhando o crescimento da cidade”, explicou Guilherme. “O Giswater nos trouxe um novo horizonte. Com isso, hoje a gente consegue bater na porta da Agência PCJ, Governos do Estado e Federal, com números exatos e buscar os recursos que fazem a diferença no dia a dia. Se hoje nós temos essa realidade, é porque a Agência PCJ acreditou no nosso município para ser pioneiro”, concluiu.

Apresentação da SP Águas integrou pauta que também abordou a situação dos mananciais, previsões meteorológicas e a definição das vazões do Sistema Cantareira para as Bacias PCJ

2 de julho de 2026

A atualização da metodologia de monitoramento da segurança hídrica da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) adotada pelo Governo do Estado foi um dos principais destaques da 281ª Reunião Ordinária da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico (CT-MH) dos Comitês PCJ, realizada no dia 2 de julho, por videoconferência. O encontro, conduzido pelo coordenador Alexandre Vilella, também contou com a avaliação das condições hidrológicas nas Bacias PCJ, a apresentação das perspectivas meteorológicas para os próximos meses e a deliberação sobre as vazões a serem descarregadas do Sistema Cantareira.

A apresentação sobre a “Metodologia de acompanhamento e tomada de decisão sobre a situação hídrica do Sistema Integrado Metropolitano” foi conduzida pelo superintendente de Segurança Hídrica da SP Águas, André Navarro, que também é secretário-executivo adjunto dos Comitês PCJ. Durante a exposição, foram detalhados os aperfeiçoamentos implementados pelo Governo do Estado na metodologia utilizada para acompanhar a situação dos mananciais paulistas, com o objetivo de fortalecer a prevenção de eventos críticos relacionados à disponibilidade de água.

A nova metodologia amplia a base de dados hidrológicos para os últimos 15 anos, incorpora o monitoramento simultâneo do Sistema Integrado Metropolitano (SIM) e do Sistema Cantareira — que passa a contar com uma curva específica — e altera a forma de definição da faixa de monitoramento, que passa a ser anunciada mensalmente pelo Comitê de Integração das Agências em nota técnica. O novo modelo também considera diferentes cenários climáticos, incluindo os efeitos de fenômenos como El Niño e La Niña e das mudanças climáticas, ampliando a capacidade de antecipação de situações de escassez hídrica.

A nova metodologia estabelece uma meta de 53% de armazenamento no sistema integrado até o final de abril de 2027. Além disso, foram integradas premissas de vazões para o PCJ, incluindo descargas de 5 m³/s no período úmido e 10 m³/s no período seco, mantendo-se a meta de transposição de 8,5 m³/s para o Cantareira.

Segundo a SP Águas, as mudanças tornam o monitoramento mais preciso e fortalecem a tomada de decisões pelos órgãos gestores, permitindo a adoção antecipada de medidas para garantir a segurança hídrica do Estado. O novo modelo é resultado de um trabalho integrado entre a Arsesp e a SP Águas no âmbito do Comitê de Integração das Agências para a Segurança Hídrica. “A ideia é que a gente consiga, pelo menos a cada semestre, avaliar o final do período seco, o final do período úmido, e pensar em aprimoramentos que possam ser sugeridos pelos entes do sistema, tentando de fato ter um mecanismo de acompanhamento bem justo para estabelecimento das medidas de contingência em momentos de escassez, como o que enfrentamos”, concluiu Navarro.

A importância do aperfeiçoamento das ferramentas de monitoramento e do planejamento de longo prazo para a segurança hídrica foi destacada pelo coordenador da CT-MH e pelo diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera.  “Um dos principais legados das crises hídricas foi a adoção do conceito de faixas de monitoramento. Deixamos de trabalhar apenas com a lógica de ‘crise’ ou ‘não crise’ e passamos a contar com um sistema que oferece mais previsibilidade para a sociedade, os operadores e os usuários. Esse modelo, utilizado pela ANA e agora também pela SP Águas, permite compreender de forma mais clara a degradação ou a recuperação das condições hídricas, facilitando a tomada de decisões”, afirmou Vilella.

“Nosso grande desafio, e das regiões metropolitanas, é encontrar novas fontes de água. A recuperação de mananciais e as soluções baseadas na natureza são fundamentais e precisam continuar sendo implantadas, mas produzem resultados no longo prazo. Temos que pensar em alternativas para ampliar a disponibilidade de água. Caso contrário, a conta não vai fechar”, ressaltou Razera.

Mais informações podem ser obtidas nos sites da SP Águas e da Arsesp. A página sobre a Situação Hídrica do Sistema Integrado Metropolitano pode ser acessada neste link.

Situação dos mananciais

Além da apresentação técnica, a CT-MH deu continuidade ao acompanhamento periódico das condições hidrológicas das Bacias PCJ e do Sistema Cantareira, atividade que integra a rotina da Câmara Técnica. Em 2 de julho, o Sistema Cantareira registrava 39,7% do volume útil, contra 47% na mesma data de 2025 e 66,1% em 2024. Neste mês, o manancial passou a operar na Faixa de Alerta. Outra novidade é a nova captação suplementar temporária da Bacia da Paraíba do Sul.

Também foi apresentada uma ocorrência registrada no dia 24 de junho, pela BRK Ambiental, de Sumaré (SP), que informou que a captação de água bruta no Rio Atibaia, em Paulínia (SP), teve que ser interrompida em razão da variação brusca e do elevado valor do nitrogênio amoniacal. Em 24 de junho, as concentrações tiveram pico de 6,12 mg/L. No dia 13, também houve problema semelhante, com pico de 3,84 mg/L, mas a produção de água na ETA II não precisou parar.

SSPCJ e GT-Previsão do Tempo

No encontro, houve ainda a apresentação feita por Cátia Casagrande, da SP Águas, sobre os dados da Sala de Situação PCJ, com o balanço das chuvas e vazões observadas no mês de junho e as perspectivas hidrológicas para os próximos meses. O destaque foi para o grande volume de chuvas no período, que variou entre 50 mm e 200 mm, bem acima do volume de junho de 2025, cujos acumulados ficaram entre 0 e 75mm. As 23 estações telemétricas registraram chuva acima da média. O maior acumulado do mês foi na estação Rio Atibainha/Mascate, em Nazaré Paulista, com 188 mm.

Outro item da pauta foi a apresentação do coordenador do Grupo de Trabalho de Previsão do Tempo (GT-Previsão do Tempo), Jorge Mercanti, com o apoio de Marco Josevicius e Danieli Mara Ferreira, da Simepar, que trouxeram as projeções meteorológicas para as Bacias PCJ e contribuíram para subsidiar as análises da Câmara Técnica sobre o cenário hidrológico.

Descargas do Cantareira

Encerrando a pauta, os integrantes da CT-MH deliberaram sobre as vazões a serem descarregadas do Sistema Cantareira para as Bacias PCJ, em atendimento às Resoluções Conjuntas ANA/DAEE nº 925 e nº 926, de 2017. Os membros decidiram manter a atual vazão de 10,25 m³/s, sendo 5,50 m³/s no Reservatório Cachoeira; 4,50 m³/s no Atibainha; e 0,25 m³/s no Jaguari/Jacareí. Decorridos 16% do Período Seco de 2026 – iniciado em 1º de junho -, o volume de água do Cantareira utilizado pelas Bacias PCJ foi de 22,23 bilhões de litros, o que representa 14% da garantia da outorga, de 158,1 bilhões de litros.

Próxima reunião

A 282ª Reunião Ordinária da CT-MH está agendada para o dia 4 de agosto de 2026, a partir das 9h, por videoconferência.

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