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Manual Operativo do Plano de Bacias é destaque na 115ª reunião da CT-PB

Especialista da ANA apresentou aplicação prática do Manual Operativo do Plano no Paranapanema

24 de março de 2026

A 115ª Reunião Ordinária da Câmara Técnica do Plano de Bacias, realizada em 24 de março, por videoconferência, teve como principal tema o Manual Operativo do Plano de Bacias (MOP).

Na ocasião, Gonzalo Vázquez, da Agência Nacional de Águas (ANA), apresentou o funcionamento do instrumento e um caso prático de sua aplicação na revisão do Plano de Ações e Investimentos do Plano Integrado de Recursos Hídricos da Unidade de Gestão de Recursos Hídricos Paranapanema (PIRH Paranapanema). Ele destacou que o MOP é uma ferramenta de natureza operacional e administrativa, voltada ao acompanhamento da implementação do Plano, e não ao seu planejamento.

“O objetivo do MOP é monitorar, avaliar e corrigir as ações do plano, para que não fiquem perdidas, focando em melhorar o desempenho e arrumar a rota”, afirmou.

Vázquez explicou que o processo de implementação é estruturado nas etapas de planejamento, execução, monitoramento, avaliação e ação. A avaliação, por sua vez, ocorre em três níveis: a avaliação de programas ou ações, a avaliação global do Plano de Recursos Hídricos (PRH) e a elaboração do relatório de avaliação da implementação do Plano.

A primeira etapa é composta por cinco passos: construção do quadro de ações, definição de indicadores de desempenho, avaliação da implementação das ações, elaboração da curva de avanço e apresentação dos resultados em painel.

A segunda etapa inclui três passos: agregação de indicadores, construção da curva de avanço consolidada e apresentação dos resultados em painel.

Já a terceira etapa consiste na elaboração do relatório de desempenho do PRH.

Durante a apresentação, Gonzalo ressaltou ainda que o MOP deve ser derivado diretamente do Plano de Recursos Hídricos, além de apresentar os ciclos de implementação e os períodos de vigência e atualização do Plano.

Como considerações finais, ele destacou que o processo de avaliação tem como ponto de partida o estabelecimento de metas no Plano de Ações e Investimentos (PA&I). Também enfatizou que as ferramentas de monitoramento devem permitir uma visualização direta, simples e intuitiva, de modo a facilitar a tomada de decisão.

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